domingo, 31 de agosto de 2008


Valeu a pena desvendar a surpresa mais cedo, só pelo som da tua voz...

sábado, 30 de agosto de 2008

E por vezes


E por vezes temos a vontade de deixar a pessoa amada boquiaberta!

È o que vou fazer! Aguarda...

quinta-feira, 28 de agosto de 2008


A maternidade vivida pelo homem é uma coisa bonita de se ver e de ouvir.
Quando da-mos por eles, estäo a falar de marsupios, de carrinhos, qual o melhor se adapta ao carro e qual o melhor carro para quem tem ou vai ter filhos.
Ou seja cabe á Mäe carregar o petiz durante 9 meses e ao Pai escolher o melhor equipamento Hi-Tec para o rebento.
O Piratinha tem 10 semanas e se 15 dias säo poucos para quem vai passar uma vida juntos, väo ser dias a fazer riscos no calendário até á hora de voltar. Vou falhar a ecografia das 12 semanas por dois dias infelizmente,mas conto estar presente na consulta.
Por hoje fico por aqui que o dia foi cansativo feito na estrada para descobrir que näo há nada que os alemäes facam que os tugas näo facam. Tirando as salsichas Isidoro.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

9 a caminho do 10


Em resposta à pergunta. O peixe balão não vem do facto de realmente estar inchado de felicidade por ir ser Pai, mas por razões de caracter submarino por partilhar algumas caracteristicas com o peixe em questão.
Agora assuntos sérios, o meu rebento dentro em breve vai passar a chamar-se de feto embora lá em casa seja conhecido como Piratinha. Esta semana irá fazer a primeira ecografia, já conta com 9 semanas a caminho da décima. para infelicidade da Mãe e do Pai, o Pai anda por terras germanicas, mas segue atento ao desenrolar da situação.
Agora... No meu tempo a minha mãe lá fazia contas pelos dedos e dava-se uma data para o nascimento. Pois bem! Eu descobri o calandario rotativo da Pré-natal, que me disse que a/o petiz nascerá do mês do Pai.
O que levanta uma questão ainda mais séria. Vais nascer Peixes! Esperemos que a Mãe aguente com tanto peixe no aquario lá de casa.
Nada divertido são os valores e a quantidade exagerada de maquinaria que hoje em dia existe para um bébé. O que me leva a ter a ideia de filho meu só veste roupa quando parar de crescer !!! E banho, vou fazer boicote ás banheiras da Chicco e vai tomar banho no alguidar que eu usei durante anos da terra dos Avós. Um simpatico alguidar de metal que nas horas em que nao servia para eu tomar banho era usado para lavar a roupa. Belos tempos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

O papel do pai.

A presença do Pai reflecte-se de extrema importância ao longo da gravidez e no pós-natal, apesar do seu papel ser por vezes desvalorizado, no que diz respeito ao "cuidar" da companheira, quando este sente precisamente as mesmas emoções e exigências do período que acompanha.
A Depressão Pós-Parto é um fenómeno ainda pouco estudado na população masculina, mas alguns estudos internacionais mostram que esta apresenta uma incidência significativa no sexo masculino e que a probabilidade de vir a suceder é praticamente a mesma do que no sexo feminino, principalmente pelas dificuldades de adaptação necessárias.
É evidente que a presença do Pai nas consultas e exames da mãe e do bebé, bem como nos cursos de preparação para o nascimento é fundamental, não só pelo apoio que presta, mas também pela sua satisfação pessoal. Por vezes é difícil de gerir a sua presença continuada, mas outras situações alternativas serão sempre compensatórias, como por exemplo, o tocar e falar para o bebé ainda in utero, sempre que está com a Mãe no seu ambiente.
Aquando os primeiros sinais de parto, é importante, quando possível, que a mãe seja acompanhada pelo Pai para o local do nascimento, proporcionando um momento de partilha apenas entre o casal. Também a notícia do nascimento poderá ser dada depois de já se encontrarem no local ou mesmo depois do nascimento, evitando desta forma a interferência de outras pessoas e o aumento de situações ansiogénicas.
O momento do parto é sempre um acontecimento que exige bastante comunicação e compreensão, principalmente no que diz respeito à decisão da sua presença. Independentemente dos acontecimentos imprevisíveis que possam suceder nesta fase, deverão tomar uma decisão a priori, sendo esta de comum acordo e evitando assim resoluções imediatas associadas sempre ao aumento dos níveis de ansiedade. Também o corte do cordão umbilical pode ser feito pelo Pai, deste que este assim o entenda e comunique a sua pretensão à equipa médica com antecedência.
Após o nascimento chega a primeira noite, onde, sempre que possível, o Pai deverá estar presente. O primeiro banho do recém-nascido pode ser dado pelo pai, mas poderá optar por acompanhar a mãe, devendo ser, mais uma vez, uma decisão conjunta.
O regresso a casa exige então alguma flexibilidade perante novas situações, mas é sobretudo na limitação das visitas, principalmente na primeira semana, que este deverá incidir, pois o casal e o recém-nascido necessitam de tranquilidade para melhor se adaptarem.Existem alguns factores que poderão aumentar a vulnerabilidade paterna, para além da instabilidade emocional gerada principalmente no pós-natal, exigindo mais investimento aquando a sensibilidade da mãe se torna mais intensa. Será então fundamental que através da comunicação no casal estes expressem as suas emoções e compreendam a importância que tem a troca equilibrada de manifestações de afecto.
Ao longo do tempo, a adaptação do casal vai sendo cada vez mais simples e encarada de forma mais optimista, mas claro que cuidar de um ser humano será sempre uma dia-a-dia de dedicação pelo outro, sem ter nunca de deixar de existir um casal. O casal terá sempre a mesma vivência, desde que encare o nascimento como uma nova etapa e um novo acontecimento inerente à sua vivência.

Deutschland




Já falta pouco para regressar para junto de uma Onda muito especial e de um Piratinha que pelas contas já tem 6 semanas e o tamanho de um grão de arroz( não sei se carolino ou basmati ).

Os dias que passamos juntos foram muito bons e fazes falta aqui ao meu lado para poder-mos correr Berlin , ver farois em Emden e descobrirmos o primeiro centro comercial de que tenho memoria na Alemanha em Münster.


Bis bald!